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Mors Amor

Morrer mais do que a morte, amor, morrer-te
sem morrer deste lado: lado a lado
de outra morte a morrer outra metade
de não morrer já mais que só morrer-
te em ti a morte viva de morrer
memória ou corpo aonde amor amado
ainda amando morre o outro lado
de morrer mais que a morte de morrer-te.
José Augusto Seabra
Fotografia de Serge Motylev
Love's Secret
Never seeks to tell thy love,Love that never told can be;
For the gentle wind doth move
Silently, invisibly.
I told my love, I told my love,
I told her all my heart,
Trembling, cold, in ghastly fears,
Ah! she did depart.
Soon after she was gone from me,
A traveller came by,
Silently, invisibly:
He took her with a sigh.
William Blake
O amor ou a loucura

«Uma coisa bela de si para si, a esperança indomável do infinito, brumas brancas, iluminações fatídicas, um sem número de reflexos da coisa bela, bela em si. Amanhece no coração das árvores, a ternura acorda do ventre do Sol, os céus arredondam estrelas que se esvão progressivamente. É assim, a história alegre dos deuses, livres para a descoberta voraz do nada, imenso nada, querido perplexo férvido rio. O amor ou a loucura: o amor porque é em si louco, a loucura porque ama qualquer coisa bela.»
Filipe de Fiúza
14/07/2009
Filipe de Fiúza
14/07/2009
- Poeta, Engenheiro e Activista que acredita que «A Imaginação é Deus.».


