Mostrar mensagens com a etiqueta Causas. Mostrar todas as mensagens

Filipe de Fiúza ao lado da poeta Aayat Al-Qormozi - Presa por ter escrito um poema


Em Português

Querida Aayat Al-Qormozi, esta mensagem é para manifestar todo o meu apoio incondicional à tua nobre missão de poeta e promotora de valores de harmonia e paz, justiça e liberdade, amor e compaixão. Por favor, recebe do meu coração um feixe da Grande Luz Universal para que continues a lutar pela dignidade dos seres humanos. Estou contigo.

In English

Dear Al-Aayat Qormozi, this message is to show all my unconditional support for your noble mission of poet and promoter of values ​​of harmony and peace, justice and freedom, love and compassion. Please receive from my heart a beam of the great universal light so that you continue to fight for the dignity of human beings. I'm with you.

Filipe de Fiúza

(Poeta Português/Portuguese Poet)

______________________________________________________

Artigo Amnistia Internacional

Aayat Al-Qormozi é uma estudante de 20 anos da Universidade do Bahrein, que se encontra em risco de ser presa por ter escrito e declamado poemas críticos do seu governo durante uma manifestação.

Quando participava num comício pró-reforma na capital do Bahrein em 2011, Aayat leu um poema feito por ela que criticava o rei e no dia seguinte leu novamente em público um poema criticando, desta vez, o Primeiro-Ministro.

A 30 de março de 2011, Aayat foi obrigada a entregar-se à polícia, depois de homens encapuçados terem revistado a casa dos seus país e ameaçado de morte os seus irmãos.

Nos primeiros quinze dias de prisão, Aayat esteve incomunicável. Durante este período, a estudante diz que foi espancada e torturada com choques elétricos na cara, ameaçada de violação e mantida em solitária por mais de nove dias. A 23 de abril foi então levada para um local desconhecido onde foi forçada a assinar documentos e a gravar um vídeo em que pedia desculpas ao rei e ao Primeiro-Ministro. Este vídeo foi mais tarde transmitido na televisão nacional do Bahrein.

Em 2 junho de 2011 Aayat foi levada a tribunal e autorizada a ver a sua família pela primeira vez desde a sua detenção, dez dias depois foi condenada a um ano de prisão por incitamento ao ódio, participação em protestos ilegais e por perturbar a segurança pública.
Um mês depois Aayat saiu em liberdade condicional depois de aceitar assinar documentos, alegando que gozava de boa saúde durante o período de detenção e comprometendo-se a não voltar a participar em manifestações públicas e a não criticar o governo, sob o risco de ser novamente presa. Aayat ainda não recebeu qualquer esclarecimento da sua situação legal e ainda não conseguiu retomar os estudos. A Amnistia Internacional pretende que a sua condenação seja anulada e que qualquer outra acusação pendente seja retirada.

Assina o apelo para o Rei do Bahrein, Sua Majestade Shaikh Hamad bin ‘Issa Al Khalifa:
- agradecendo a libertação de Aayat Al-Qormozi, mas instando as autoridades a esclarecer a sua situação legal e a retirar quaisquer condições à sua libertação, bem como as limitações impostas à sua liberdade de expressão, associação e reunião;
- instando as autoridades a anularem a sua condenação e a retirarem quaisquer acusações pendentes contra ela;
- pedindo às autoridades que divulguem publicamente o resultado da investigação feita quanto às alegações de tortura e maus tratos e que levem os responsáveis perante a justiça;
- requerendo que Aayat al-Qormozi possa continuar os seus estudos e;
- por fim instando as autoridades a respeitarem o direito à liberdade de expressão, de reunião e de movimentos no Bahrein, incluindo o direito a protestar pacificamente.

Assinar Petição: Amnistia Internacional

2010 Ano Europeu de Luta contra a Pobreza e a Exclusão Social


Apesar de a União Europeia ser uma das regiões mais ricas do mundo, 17% da sua população não tem os meios necessários para satisfazer as suas necessidades mais básicas.

A pobreza é normalmente associada aos países em vias de desenvolvimento nos quais a subnutrição, a fome e a falta de água limpa e potável são desafios quotidianos. Contudo, a Europa também é afectada pela pobreza e pela exclusão social, onde apesar de estes problemas poderem não ser tão gritantes, são ainda assim inaceitáveis. A pobreza e a exclusão de um indivíduo implicam o empobrecimento de toda a sociedade. A Europa só pode ser forte se utilizar ao máximo o potencial de cada um dos seus cidadãos.

Não há nenhuma solução milagrosa para acabar com a pobreza e com a exclusão social mas uma coisa é certa: não podemos vencer esta batalha sem si. É tempo de renovarmos o nosso compromisso para com a solidariedade, justiça social e maior inclusão. Chegou o momento do Ano Europeu Contra a Pobreza e a Exclusão Social.

Um valor fundamental da União Europeia é a solidariedade, particularmente importante em tempos de crise. A palavra “União” diz tudo – enfrentamos juntos a crise económica e é esta solidariedade que nos protege a todos.

http://www.2010againstpoverty.eu/

Filipe de Fiúza apoia a luta contra a pobreza e a exclusão social.

Dia Internacional da Literacia



Cada ano, no Dia Internacional da Literacia, a UNESCO lembra à comunidade internacional o estado da literacia e do conhecimento dos adultos no planeta.

8 de Setembro foi proclamado o Dia Internacional da Literacia pela UNESCO a 17 de Novembro de 1965. Este dia foi pela primeira vez celebrado em 1966. O objectivo é chamar a atenção para a importância da literacia dos indivíduos, comunidades e sociedades.As celebrações acontecem um pouco por todo o mundo.

Cerca de 774 milhões de adultos carecem de literacia mínima; um em cinco adultos é ainda não literado e dois terços deles são mulheres; 72.1 milhões de crianças não vão à escola e muitas mais frequentam-na irregularmente ou acabam por sair.