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Sanxenxo 10 anos


Sonríe porque la vida vuela.

«Os livros são conjuntos de palavras que desafiam a gravidade.»




«Os livros são conjuntos de palavras que desafiam a gravidade.»

Filipe de Fiúza

http://www.rosimeiremotta.com.br/colaboradores.php

Apresentação de LIBER MUNDI - MU.SA Museu das Artes de Sintra | 12.11.2016 | 16horas



PRESENTATION OF «LIBER MUNDI» - collection of essays , poetry and philosophy.

Please, be welcome to my new book presentation LIBER MUNDI, next 12th November at MU.SA - Museum of Sintra Arts, at 4 p.m.

I and the poet Paulo Brito e Abreu will try hard to make your moments uniques because We Love Poetry.
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APRESENTAÇÃO DE «LIBER MUNDI» - colectânea ensaística, poética e filosófica.

Por favor, seja bem-vindo(a) à apresentação do meu livro LIBER MUNDI no próximo dia 12 de Novembro no MU.SA - Museu das Artes de Sintra, pelas 16 horas.

Eu e o poeta Paulo Brito e Abreu tentaremos o melhor para fazer os seus momentos únicos porque Nós Amamos a Poesia.

www.filipedefiuza.pt

www.pjbritoeabreu.pt

Perché dove ci sono fiori c’è felicità



Perché dove ci sono fiori c’è felicità
e mondi di stelle scintillanti
come nel volto di Dio
balsamo universale che può tutto
percorsi infantili lamenti sacri
e senza neppure un sospiro nostalgico
Mi nascondo nell’ansia perpetua del tempo

De «Angusti Folia – Versus Diarium» p. 161

Dois poetas, um livro: LIBER MUNDI


Agradecimento ao Rui Lopo e ao Jorge Telles de Menezes.

Liber Mundi ao vivo



PAULO BRITO E ABREU

Duma Oração Portuguesa e Outros Poemas


FILIPE DE FIÚZA

Monólogo do Amor (em dois actos)

Theosophia





THEOSOPHIA

( avoco, para a Musa minha, o Arcano e Arcaico do Carro da Vitória )

de todo o coração, ao Filipe de Fiúza

Todo o Nume já passa pelo nome,
Seja Júpiter, Zeus ou Jeová.
O fármaco da Graça é dela a fome,
O âmago de Amor é Ámon Ra.

E dorme na Diana o deus Apolo,
E as rosas são Vénus e a Via.
Tu és lauta liança, e tu queres colo.
Tu repousas nos braços de Maria.

IN HERBIS ET IN VERBIS


PAULO JORGE BRITO E ABREU

Poesia de Filipe de Fiúza no TRIPLOV n.56





http://www.triplov.com/novaserie.revista/numero_56/filipe-de-fiuza/index.html


Manifesto da Hermética Irmandade dos Amigos da Luz




HERMÉTICA IRMANDADE DOS AMIGOS DA LUZ

A Hermética Irmandade dos Amigos da Luz – ou HIAL, para abreviar –, nasceu, em Janeiro de 2016, da Amizade entre Filipe de Fiúza e Paulo Jorge Brito e Abreu. Ela destina-se, em primeiro lugar, a mover, e promover, a estese e o estudo das Ciências do Culto e Ciências Ocultas. Tomando como exemplo, e paradigma, a Ordem Templária de Portugal, nossa Irmandade é crucial, a Irmandade é confraria de caridade intelectual. Tomando como Mestres a Madame Blavatsky, Max Heindel, Omraam Mikhael Aivanhov, Papus, Rudolf Steiner e Eliphas Levi,  esta Ordem, sem fins lucrativos, tem por escopo, e objectivo, o liar, e o ligar, o culto Oriental à cultura Ocidental. A par dos Vedas, do Budismo e das Upanixadas, estudaremos, em transe, o Pitagorismo, a Santa Kabbalah e o Neoplatonismo – e  só assim conseguiremos a civilidade, humanidade, e universalidade. Para um maior eclectismo, ou sincretismo, associados, em Portugal, à Filosofia Portuguesa, se fará, na nossa Escola, a recondução da Literatura, e das Artes, à recta, e à correcta Teodiceia. Inspirados, e suflados, por o exemplo de Thoth, adunaremos nós, tanto quanto possível, a Ciência das Cores à Ciência dos Números, a Ciência do Verbo à Ciência dos Sons, ou melhor, o magistério, que é major, aos Mahatmas da Magia.

Professa a Irmandade que a oração, sobremaneira, é uma Arte da Palavra – e, se ao princípio era o Verbo, serão, nimiamente, ministrados, exercícios e aulas de Escrita Criativa – que os Poetas e romancistas são nossos Mestres, e guias, no conhecimento da Alma. Pensa, por isso, a nossa Escola, que anda, a Poesia, ligada, e aliada, ao Dogma e Ritual da Alta Magia. E por isso afloramos, e nós exploramos, a título gracioso, e com fins beneficentes, o ápice e acume das Artes Divinatórias: a título filosófico, citamos, como exemplo, o Tarot, o I-Ching, a Numerologia, a Geomancia, a Astrologia, a Bibliomancia e a Cleromancia: tudo formas as marcantes, tudo formas de exercer o ofício divino: se recebemos, de Graça, de Graça daremos as nossas mercês – pois o Espírito Paracleto, o Espírito Santo, não se compra com dinheiro… Aos Irmãos, que acolhemos, nós demandamos, apenas, que não exerçam, nanja, a virulência ou violência, que não pratiquem, na práxis, a necromancia e a dipsomania. Acima de tudo, a nossa Irmandade significa, ou tipifica, o escol e a Escola da Logoterapia – pois acima e pra além das pulsões libidinais, vive a escritura, o esquadrinhar, e o escrínio do Espírito – e é tal o Pentecostes, é tal a Psicanálise existencial. Quero eu dizer: seguindo o jogo, em vez do jugo, falamos e alçamos a Ludoterapia. Com olhos amoráveis, e amáveis, contempla, a Irmandade, a Ciência Cristã, o valimento e alimento Pentecostal, e, a bem do Messias, a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Como provas, também, da sua mundividência, ou mundificação, a Irmandade é afecta, ou dilecta, da Astrologia Cabalista, do Martinismo, da Psicologia Analítica de Carl Gustav Jung. Que a vida se aproxime do sápido sonho – e se celebre, no Templo, o solerte Psicodrama, é essa a unidade e a solidariedade. Que um dos nossos Magísteres, o Jacob Levy Moreno, ele dizia ou aduzia: «O homem é um actor de Deus no palco do Universo»: desempenhemos, por isso, e nós leiamos o papel. Se a Psicologia é sobremodo uma fala da Alma, professemos, nós outros, as Artes, a «Kátharsis», o pensamento mágico; se a Índia existe, e é Ideia, as nossas naus são feitas da mesma matéria que os sonhos enforma………..

E nós vamos, ovante, mais avante: praticaremos, e faremos, Meditação encarada à maneira do Ioga; quando bem executada, ela é forma de medicação, oração, e solene comunhão. Que animais, vegetais, ou meramente minerais, todos os seres são nossos Irmãos – e que tudo aquilo que vive seja cantante e contente, permita, a todos os seres, a felicidade; quero eu dizer, uma plaga, país, ou cidade feliz. Sejamos, dessarte, os Pacifistas integrais, e nanja desistamos, e não esmoreçamos: parafraseando, no escol, a Madame Blavatsky, nem o mais simples copo de água oferendado, ou doado, a um viajante sequioso, no Sol dum deserto, ficará sem justa paga aos olhos do Senhor. Pois professamos, como os Filaleteus, o Ágape, o «Karma», a Reencarnação. Era essa a lição, era essa, em colação, a mensagem de Platão. E de Pitágoras, ou, na Ágora, o áugure pítico – e convoquemos, a nós, o grego milagre. E se o corpo é para nós a vestimenta da Alma, refusamos e rejeitamos, conscientemente, a necromancia, o manismo, o chamado Espiritismo. E se o Sol, aqui, é o Sol de Justiça, todos os pensamentos, palavras e acções, eles voltam, sempre e sempre, ao ponto de partida, e o Amor não morre nunca, e o vácuo não existe na Madre Natureza. Uma nova Renascença, ela pende e se estende no nosso horizonte, aqui se entende, cordial, um novo paradigma civilizacional. E por Amor nunca se mata; se a «guerra» é Santa, e acalanta, eu sou um simples soldado no Exército do Verbo. E a nossa batalha é portanto o «Bateleur»; e labutemos, nós todos,  por a nova, e ponderosa, Jerusalém. Que o mundo existe, o mundo insiste, para nós, como existe, a terra, para o Agricultor; e se o Verbo é qual semente, as palavras são as naus com as quais vogando vamos para as Índias do Espírito – e por isso o Portugal, e por isso não anda longe o Paracleto e Quinto Império……………….  

Se praticamos, entanto, o Ágape, agora, renovemos, na verve, o mundo imundo: enquanto um ser chorar por falta de Pão, enquanto um homem for preso, e enquanto um ser chorar por falta de Paz, então insiste, deveras, insiste e resiste a nossa batalha. São chamados, todos os homens, para o cabal e a Kabbalah, para a messe e a missão… E difundindo e defendendo o Caminho da mão direita, o coração é oração pra todo o ser senciente. Tal como no Budismo Mahayana, é grande e é grada a nossa Carruagem, ela abriga  e alberga todos os seres. E todos são bem-vindos ao Banquete filosófico, porque chora a humanidade por falta de Luz. Sejamos, portanto, o Cireneu, possamos nós ser os Companheiros de Emaús...................


Queluz, 18/ 01/ 2016 

MENS AGITAT MOLEM

PAULO JORGE BRITO E ABREU

O Perdão



O Perdão

Perdoe-me Senhor
Avé ignorância vivida
Sou estro de amor
Aquele d'alma perdida.

Perdoe-nos Senhor
Avé a tudo de bem
Pois sofremos a dor
Do mistério d'além.

Perdoe-lhes Senhor
Avé sempre a caminho
De um sonho redentor
Contigo ninguém é sozinho.

Eis-nos diante da luz
Na tua voz somos o fim
E o nada que no pó reluz
Somos dádiva de ti assim.


24.12.2015, poema inédito

Filipe de Fiúza

«As máquinas jamais serão poetas.» por Filipe de Fiúza


«Os miríficos salteadores.» por Filipe de Fiúza


«Amar-nos-emos no alto que enlaça.» por Filipe de Fiúza


«Há coisas que só eu sinto.» por Filipe de Fiúza


«Se um dia tudo morrer-me.» por Filipe de Fiúza


«A luz cai em chama.» por Filipe de Fiúza


«Eu sou a revolta do património.» por Filipe de Fiúza


«Onde o pó não chega.» por Filipe de Fiúza


«Quão admirável é o sopro.» por Filipe de Fiúza


«Ao atravessar a ponte nasci.» por Filipe de Fiúza