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Infância Universal :: livro de poesia





Infância Universal, livro de poesia, 36 pág.
ISBN: 978-989-54694-7-5
Depósito Legal: 469736/20

excerto:

(...)
se és um
deus viaja comigo a cada passo,
multiplica-te, imagina-te
morrer e salva-me de morrer,
sê total, sê infinito
dá mais luz à luz e
alimenta as estrelas como se
fossem as flores do grandioso
jardim da infância universal,
vive o momento da ignorância
invisível, vive a morte
que resta da escuridão,
no meu bolso está a chave,
a criança puxa a minha
mão, ser criança é uma
obra de arte que passa,
nós próprios gritamos, mas a
morte é bela, abrir o álbum
de fotografias é entrar na
memória da viagem, neste
palco do universo, somos o
alimento da morte, hás-de
alimentar a morte, hás-de
morrer ignorante, reencontrarás
em ti a chave de cristal,
(...)

Filipe de Fiúza, Maio 2020

79 Solidões: novo ensaio poético-filosófico



ISBN: 978-989-54694-5-1
Depósito Legal: 468535/20

«O que tu sentes não é amor é infinito.», pág. 87.


71

Claridade infinita, é a certeza que sinto, querer
sonhar nessa claridade, o amor divino que o sonho
é na vastidão finita do homem. A viagem, o céu, a
chave que abre e relança o destino nas esferas, o
mito da existência perfeita em um mundo visitável –
este mundo é como viver numa redoma mágica e
absurda – bilhete temporal, para ser sincero, o
cosmos é uma mentira. Viajar? O que viaja é o
pensamento. Amar? O que ama é o infinito em nós
e nós perdemos o amor nesta nossa aparente
finitude mundana. O que tu sentes não é amor é
infinito. Abrir a existência ao céu dos sonhos, à
mentira que nos visita nesta redoma patética – ida e
volta. 2013.05.09

Áster - Versus Deus



ISBN: 978-989-54694-4-4
Depósito Legal: 467322/20



Poema Inaugural:

Ninguém dirá quem sou
Existo-vos no silêncio
Da grande verdade
Ninguém dirá quem sou
Nasço-vos da sequela
Que nutre da luz
Ninguém dirá quem sou
Tenho-vos adormecidos
No sono do mistério
Ninguém dirá quem sou
Sou-vos do eterno devir
A alma em vós a sonhar
Oh, ninguém dirá ninguém
Enquanto não acordar
Do ser que é quem sou,
Quem sou dirá ninguém.


possible translation by the author:

Nobody will say who I am
I exist in the silence
Of the great truth
Nobody will say who I am
I am born from the sequel
That nourishes from the light
Nobody will say who I am
I have you asleep
In the sleep of mystery
Nobody will say who I am
I am yours eternal becoming
The soul in you dreaming
Oh, no one will say no one
Until wakes up
From the being who is me
Who I am will say no one.



Aforismos 2 - Versus Vox



ISBN: 978-989-54694-2-0
Depósito Legal: 466548/20


excertos da obra:




Bicho-Luz :: nova obra poética




ISBN: 978-989-54347-8-7
Depósito Legal: 461523/19


A liberdade é uma fome.
Tu que és magia
eterna, bicho-luz
até que o mundo
volte de onde partiu,
traços e lugares,
são artes, comédias
filhos de evoluções,
música e eu nu,
a liberdade existe
na resistência. Nós
somos borbuletas
cósmicas, voamos
tão alto e longe
somos filhos da luz,
temos fome, morremos,
(...)

____________________

translated by the author


Freedom is an hunger.
You who are eternal
magic, enlighted bugs
until the world
come back from where it started,
traces and places,
are arts, comedies
children of evolution,
music and me naked,
freedom exists
in resistance. We
we are cosmic
butterflies, we fly
so high and far
we are children of light,
we are hungry, we die,
(...)

______________________


Porque somos todos Luz na grande escuridão. / Because we are all Light in the great darkness.

O Neuropsicoticoesquizoparanoico :: nova obra poética




ISBN: 978-989-54347-7-0

Depósito Legal: 461522/19

A cinza que
passa
de mão em mão
é Deus
entre os raios
luzentes
da noite que
acorda no espírito,
fogo máximo,
alto sonho,
é Deus,
em nós que
passa.

2012-04-27

____________

translated by the author

The ash that 
passes
from hand to hand
is God
among the rays
shining
of the night that 
awakens in the spirit,
maximum fire, 
high dream,
it is God
in us that
passes.

_______________

Exploração poética em modo de escrita automática. Conjunto de poemas psicográficos em busca do âmago do génio literário.

Cada poema foi escrito em menos de 10 segundos, nada foi possível pensar, emendar, riscar ou reescrever.

Pura arte inconsciente.

O sol deseja arder




O sol deseja arder
Túmulos obscuros
E retirar da sombra
O encanto das águas
Ou a grande morte

do livro «Tu e as coisas perfeitas que nunca nasceram.»
_____________________

translation by the author


The sun wants to burn
Dark tombs
And remove from the shadow
The charm of the waters
Or the great death

from the book «You and the perfect things that were never born.»

Surrealidades Quânticas, α ∞ β



Surrealidades Quânticas :: Filipe de Fiúza from Filipe de Fiúza on Vimeo.



Do livro «Tu e as coisas perfeitas que nunca nasceram», 4 textos que constituem as «Surrealidades Quânticas» de Filipe de Fiúza. 2019. - Musica: Armand Amar - Inanna :: Video: StefWithAnF


Do livro
«Tu e as coisas perfeitas que nunca nasceram», 2019, Sintra
1.ª Edição

Sintra, 2019
ISBN: 978-989-54347-6-3
Depósito Legal: 461521/19

Tu e as Coisas Perfeitas que Nunca Nasceram - Versus Diarium









Novo livro de Filipe de Fiúza #Tu e as Coisas Perfeitas que Nunca Nasceram#, novo diário.




Quero que nasças
Desta minha loucura
E na sombra do tempo
Que a noite engula
O que juntos vivermos


________________________________

translation by the author

I want you to be born
From my madness
And in the shadow of time
May the night swallow
What together we live

Morri



Morri
já não sou
morri
porque fui
morri
ontem de manhã
morri
naquele quarto
morri
para que tudo
volte a nascer
do meu corpo
morri.

________________________________________________

english version


I died
I am no longer
I died
because I was
I died
yesterday morning
I died
in that room
I died
so that everything
be born again
of my body
I died.



inédito

Filipe de Fiúza

tradução pelo autor

fotografia :: kids-room

8888 - Versus Sol





8888 é o meu novo livro de poesia. Depois de Árum, aqui venho dar de beber uma nova proposta literária para aqueles que têm sede luminosa.

Nada mais do que um livro, simples, Solar.

Um livro simbólico, além-poético, infinitamente elementar.

O livro que mais gostei de escrever até hoje.

Havemos de nos encontrar por aí.

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1.ª Edição

Sintra, 2019

ISBN: 978-989-54347-3-2

Depósito Legal: 454369/19
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Apresentação Pública: ÁRUM, MASMO, Museu Arqueológico São Miguel de Odrinhas, 8 de Junho pelas 15 horas



Apresentação Pública: ÁRUM, MASMO, Museu Arqueológico São Miguel de Odrinhas, 8 de Junho pelas 15 horas

Sejam bem-vindos!

Apresentação Pública: ÁRUM, MU.SA, Museu das Artes de Sintra, 24 de Maio pelas 18 horas



Apresentação Pública: obra poética ÁRUM, MU.SA, 24 de Maio 2019 pelas 18 horas

Sejam bem-vindos!

Árum - Versus Diabolus, nova obra poética




Árum - Versus Diabolus é a nova obra poética de Filipe de Fiúza.

1.ª Edição

Sintra, 2019

ISBN: 978-989-54347-2-5

Depósito Legal: 453837/19

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Excertos da obra:


Tenho ordens para vos levar
A celebrar a humanidade
Numa cáustica aventura
Menstrua de sol ácido
Diante do deus ignorado
Entidade viva encarnada
Montanha de boca possante

Canto IV, p.82


A verdade acaba nos meus dedos
Salteadores liliputianos da quinta-essência
Sufocados na lógica das leis
Que não pude esquecer nervoso
No esboço do sistema que espremo
Para libertar-vos do beijo esfomeado
Que o selo do espaço arrebatará

Canto VI, p.108


O dharma oxigena-me a velocidade
Da treva que adormece
Nas cidades dos impérios mortais
Onde a finita autoridade humana
Toma o prazer de vidas pustulentas
Chapinhando de paródia em paródia
Por meu dom atrozmente canibalesco

Canto VII, p.133

MENAGEM, SENTIDA, A FILIPE DE FIÚZA




MENAGEM, SENTIDA, A FILIPE DE FIÚZA

 ( avoco, para a Musa minha, o Ás de Paus como Arcano )

És Poeta de Sintra e, na safira,
És apóst’lo da Luz e de hombridade,
Imagista da vez, e voz de Lyra,
Nascido para a Santa Liberdade.

Se escreves «Liber Mundi» por que adira
Teu nome à «Beliula» e à Verdade,
Muita clave e mentor são mar’s em mira,
Laboras na oficina da Saudade.

O Teu Fado é cantar numa Ofiúsa,
Fiúza liberando nas miragens.
Se é Luza teu labor em língua lusa,

Tu és «homo viator» nas viagens,
Pois é farta, meu filho, a nossa Musa,
Como é Tua, a magia das imagens.
 
Que Luz, 09/ 01/ 2019

PAX, DUX, REX, LUX

PAULO JORGE BRITO E ABREU


NOTA BENE

No verso primeiro do primeiro terceto, «Ofiúsa» é o nome que dava, o Poeta e geógrafo latino Rufus Festus Auienus, do séc. IV, ao nosso Cabo da Roca. Sendo, o mesmo cabo, o prolongamento natural da Serra de Sintra. A Obra em que surde o termo «Ofiúsa» tem o nome de «Ora Marítima» e ela é, adrede, um roteiro antigo do litoral do Mediterrâneo e, desta sorte, da Península Ibérica.

Sanxenxo 10 anos


Sonríe porque la vida vuela.

«Os livros são conjuntos de palavras que desafiam a gravidade.»




«Os livros são conjuntos de palavras que desafiam a gravidade.»

Filipe de Fiúza

http://www.rosimeiremotta.com.br/colaboradores.php

Apresentação de LIBER MUNDI - MU.SA Museu das Artes de Sintra | 12.11.2016 | 16horas



PRESENTATION OF «LIBER MUNDI» - collection of essays , poetry and philosophy.

Please, be welcome to my new book presentation LIBER MUNDI, next 12th November at MU.SA - Museum of Sintra Arts, at 4 p.m.

I and the poet Paulo Brito e Abreu will try hard to make your moments uniques because We Love Poetry.
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APRESENTAÇÃO DE «LIBER MUNDI» - colectânea ensaística, poética e filosófica.

Por favor, seja bem-vindo(a) à apresentação do meu livro LIBER MUNDI no próximo dia 12 de Novembro no MU.SA - Museu das Artes de Sintra, pelas 16 horas.

Eu e o poeta Paulo Brito e Abreu tentaremos o melhor para fazer os seus momentos únicos porque Nós Amamos a Poesia.

www.filipedefiuza.pt

www.pjbritoeabreu.pt

Perché dove ci sono fiori c’è felicità



Perché dove ci sono fiori c’è felicità
e mondi di stelle scintillanti
come nel volto di Dio
balsamo universale che può tutto
percorsi infantili lamenti sacri
e senza neppure un sospiro nostalgico
Mi nascondo nell’ansia perpetua del tempo

De «Angusti Folia – Versus Diarium» p. 161

Dois poetas, um livro: LIBER MUNDI


Agradecimento ao Rui Lopo e ao Jorge Telles de Menezes.