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Apresentação Pública: ÁRUM, MU.SA, Museu das Artes de Sintra, 24 de Maio pelas 18 horas



Apresentação Pública: obra poética ÁRUM, MU.SA, 24 de Maio 2019 pelas 18 horas

Sejam bem-vindos!

Árum - Versus Diabolus, nova obra poética




Árum - Versus Diabolus é a nova obra poética de Filipe de Fiúza.

1.ª Edição

Sintra, 2019

ISBN: 978-989-54347-2-5

Depósito Legal: 453837/19

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Excertos da obra:


Tenho ordens para vos levar
A celebrar a humanidade
Numa cáustica aventura
Menstrua de sol ácido
Diante do deus ignorado
Entidade viva encarnada
Montanha de boca possante

Canto IV, p.82


A verdade acaba nos meus dedos
Salteadores liliputianos da quinta-essência
Sufocados na lógica das leis
Que não pude esquecer nervoso
No esboço do sistema que espremo
Para libertar-vos do beijo esfomeado
Que o selo do espaço arrebatará

Canto VI, p.108


O dharma oxigena-me a velocidade
Da treva que adormece
Nas cidades dos impérios mortais
Onde a finita autoridade humana
Toma o prazer de vidas pustulentas
Chapinhando de paródia em paródia
Por meu dom atrozmente canibalesco

Canto VII, p.133

MENAGEM, SENTIDA, A FILIPE DE FIÚZA




MENAGEM, SENTIDA, A FILIPE DE FIÚZA

 ( avoco, para a Musa minha, o Ás de Paus como Arcano )

És Poeta de Sintra e, na safira,
És apóst’lo da Luz e de hombridade,
Imagista da vez, e voz de Lyra,
Nascido para a Santa Liberdade.

Se escreves «Liber Mundi» por que adira
Teu nome à «Beliula» e à Verdade,
Muita clave e mentor são mar’s em mira,
Laboras na oficina da Saudade.

O Teu Fado é cantar numa Ofiúsa,
Fiúza liberando nas miragens.
Se é Luza teu labor em língua lusa,

Tu és «homo viator» nas viagens,
Pois é farta, meu filho, a nossa Musa,
Como é Tua, a magia das imagens.
 
Que Luz, 09/ 01/ 2019

PAX, DUX, REX, LUX

PAULO JORGE BRITO E ABREU


NOTA BENE

No verso primeiro do primeiro terceto, «Ofiúsa» é o nome que dava, o Poeta e geógrafo latino Rufus Festus Auienus, do séc. IV, ao nosso Cabo da Roca. Sendo, o mesmo cabo, o prolongamento natural da Serra de Sintra. A Obra em que surde o termo «Ofiúsa» tem o nome de «Ora Marítima» e ela é, adrede, um roteiro antigo do litoral do Mediterrâneo e, desta sorte, da Península Ibérica.

Sanxenxo 10 anos


Sonríe porque la vida vuela.

«Os livros são conjuntos de palavras que desafiam a gravidade.»




«Os livros são conjuntos de palavras que desafiam a gravidade.»

Filipe de Fiúza

http://www.rosimeiremotta.com.br/colaboradores.php

Apresentação de LIBER MUNDI - MU.SA Museu das Artes de Sintra | 12.11.2016 | 16horas



PRESENTATION OF «LIBER MUNDI» - collection of essays , poetry and philosophy.

Please, be welcome to my new book presentation LIBER MUNDI, next 12th November at MU.SA - Museum of Sintra Arts, at 4 p.m.

I and the poet Paulo Brito e Abreu will try hard to make your moments uniques because We Love Poetry.
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APRESENTAÇÃO DE «LIBER MUNDI» - colectânea ensaística, poética e filosófica.

Por favor, seja bem-vindo(a) à apresentação do meu livro LIBER MUNDI no próximo dia 12 de Novembro no MU.SA - Museu das Artes de Sintra, pelas 16 horas.

Eu e o poeta Paulo Brito e Abreu tentaremos o melhor para fazer os seus momentos únicos porque Nós Amamos a Poesia.

www.filipedefiuza.pt

www.pjbritoeabreu.pt

Perché dove ci sono fiori c’è felicità



Perché dove ci sono fiori c’è felicità
e mondi di stelle scintillanti
come nel volto di Dio
balsamo universale che può tutto
percorsi infantili lamenti sacri
e senza neppure un sospiro nostalgico
Mi nascondo nell’ansia perpetua del tempo

De «Angusti Folia – Versus Diarium» p. 161

Dois poetas, um livro: LIBER MUNDI


Agradecimento ao Rui Lopo e ao Jorge Telles de Menezes.

Liber Mundi ao vivo



PAULO BRITO E ABREU

Duma Oração Portuguesa e Outros Poemas


FILIPE DE FIÚZA

Monólogo do Amor (em dois actos)

Theosophia





THEOSOPHIA

( avoco, para a Musa minha, o Arcano e Arcaico do Carro da Vitória )

de todo o coração, ao Filipe de Fiúza

Todo o Nume já passa pelo nome,
Seja Júpiter, Zeus ou Jeová.
O fármaco da Graça é dela a fome,
O âmago de Amor é Ámon Ra.

E dorme na Diana o deus Apolo,
E as rosas são Vénus e a Via.
Tu és lauta liança, e tu queres colo.
Tu repousas nos braços de Maria.

IN HERBIS ET IN VERBIS


PAULO JORGE BRITO E ABREU

Poesia de Filipe de Fiúza no TRIPLOV n.56





http://www.triplov.com/novaserie.revista/numero_56/filipe-de-fiuza/index.html


O Perdão



O Perdão

Perdoe-me Senhor
Avé ignorância vivida
Sou estro de amor
Aquele d'alma perdida.

Perdoe-nos Senhor
Avé a tudo de bem
Pois sofremos a dor
Do mistério d'além.

Perdoe-lhes Senhor
Avé sempre a caminho
De um sonho redentor
Contigo ninguém é sozinho.

Eis-nos diante da luz
Na tua voz somos o fim
E o nada que no pó reluz
Somos dádiva de ti assim.


24.12.2015, poema inédito

Filipe de Fiúza