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Árum - Versus Diabolus, nova obra poética
Árum - Versus Diabolus é a nova obra poética de Filipe de Fiúza.
1.ª Edição
Sintra, 2019
ISBN: 978-989-54347-2-5
Depósito Legal: 453837/19
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Excertos da obra:
Tenho ordens para vos levar
A celebrar a humanidade
Numa cáustica aventura
Menstrua de sol ácido
Diante do deus ignorado
Entidade viva encarnada
Montanha de boca possante
Canto IV, p.82
A verdade acaba nos meus dedos
Salteadores liliputianos da quinta-essência
Sufocados na lógica das leis
Que não pude esquecer nervoso
No esboço do sistema que espremo
Para libertar-vos do beijo esfomeado
Que o selo do espaço arrebatará
Canto VI, p.108
O dharma oxigena-me a velocidade
Da treva que adormece
Nas cidades dos impérios mortais
Onde a finita autoridade humana
Toma o prazer de vidas pustulentas
Chapinhando de paródia em paródia
Por meu dom atrozmente canibalesco
Canto VII, p.133
MENAGEM, SENTIDA, A FILIPE DE FIÚZA
MENAGEM, SENTIDA, A
FILIPE DE FIÚZA
( avoco, para a Musa minha, o Ás de Paus como
Arcano )
És Poeta de Sintra e,
na safira,
És apóst’lo da Luz e
de hombridade,
Imagista da vez, e
voz de Lyra,
Nascido para a Santa
Liberdade.
Se escreves «Liber
Mundi» por que adira
Teu nome à «Beliula»
e à Verdade,
Muita clave e mentor são
mar’s em mira,
Laboras na oficina da
Saudade.
O Teu Fado é cantar
numa Ofiúsa,
Fiúza liberando nas
miragens.
Se é Luza teu labor
em língua lusa,
Tu és «homo viator»
nas viagens,
Pois é farta, meu
filho, a nossa Musa,
Como é Tua, a magia
das imagens.
Que Luz, 09/ 01/ 2019
PAX, DUX, REX, LUX
PAULO JORGE BRITO E
ABREU
NOTA BENE
No verso primeiro do
primeiro terceto, «Ofiúsa» é o nome que dava, o Poeta e geógrafo latino Rufus
Festus Auienus, do séc. IV, ao nosso Cabo da Roca. Sendo, o mesmo cabo, o
prolongamento natural da Serra de Sintra. A Obra em que surde o termo «Ofiúsa»
tem o nome de «Ora Marítima» e ela é, adrede, um roteiro antigo do litoral do
Mediterrâneo e, desta sorte, da Península Ibérica.
«Os livros são conjuntos de palavras que desafiam a gravidade.»
«Os livros são conjuntos de palavras que desafiam a gravidade.»
Filipe de Fiúza
http://www.rosimeiremotta.com.br/colaboradores.php
Apresentação de LIBER MUNDI - MU.SA Museu das Artes de Sintra | 12.11.2016 | 16horas
PRESENTATION OF «LIBER MUNDI» - collection of essays , poetry and philosophy.
Please, be welcome to my new book presentation LIBER MUNDI, next 12th November at MU.SA - Museum of Sintra Arts, at 4 p.m.
I and the poet Paulo Brito e Abreu will try hard to make your moments uniques because We Love Poetry.
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APRESENTAÇÃO DE «LIBER MUNDI» - colectânea ensaística, poética e filosófica.
Por favor, seja bem-vindo(a) à apresentação do meu livro LIBER MUNDI no próximo dia 12 de Novembro no MU.SA - Museu das Artes de Sintra, pelas 16 horas.
Eu e o poeta Paulo Brito e Abreu tentaremos o melhor para fazer os seus momentos únicos porque Nós Amamos a Poesia.
www.filipedefiuza.pt
www.pjbritoeabreu.pt
Perché dove ci sono fiori c’è felicità
Perché dove ci sono fiori c’è felicità
e mondi di stelle scintillanti
come nel volto di Dio
balsamo universale che può tutto
percorsi infantili lamenti sacri
e senza neppure un sospiro nostalgico
Mi nascondo nell’ansia perpetua del tempo
De «Angusti Folia – Versus Diarium» p. 161
Liber Mundi ao vivo
PAULO BRITO E ABREU
Duma Oração Portuguesa e Outros Poemas
FILIPE DE FIÚZA
Monólogo do Amor (em dois actos)
Theosophia
THEOSOPHIA
( avoco, para a Musa minha, o Arcano e Arcaico do Carro da Vitória )
de todo o coração, ao Filipe de Fiúza
Todo o Nume já passa pelo nome,
Seja Júpiter, Zeus ou Jeová.
O fármaco da Graça é dela a fome,
O âmago de Amor é Ámon Ra.
E dorme na Diana o deus Apolo,
E as rosas são Vénus e a Via.
Tu és lauta liança, e tu queres colo.
Tu repousas nos braços de Maria.
IN HERBIS ET IN VERBIS
PAULO JORGE BRITO E ABREU
Poesia de Filipe de Fiúza no TRIPLOV n.56
http://www.triplov.com/novaserie.revista/numero_56/filipe-de-fiuza/index.html
O Perdão
O Perdão
Perdoe-me Senhor
Avé ignorância vivida
Sou estro de amor
Aquele d'alma perdida.
Perdoe-nos Senhor
Avé a tudo de bem
Pois sofremos a dor
Do mistério d'além.
Perdoe-lhes Senhor
Avé sempre a caminho
De um sonho redentor
Contigo ninguém é sozinho.
Eis-nos diante da luz
Na tua voz somos o fim
E o nada que no pó reluz
Somos dádiva de ti assim.
24.12.2015, poema inédito
Filipe de Fiúza
- Poeta, Engenheiro e Activista que acredita que «A Imaginação é Deus.».












