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Filipe de Fiúza no programa O Outro Lado do Monte da Lua


O jovem poeta Filipe de Fiúza foi o convidado do programa televisivo O Outro Lado do Monte da Lua que contou também com a presença do poeta Lisboeta Diogo Godinho. Com transmissão online no Sintra Canal, o programa é apresentado por Fernando Morais Gomes que quinzenalmente conversa com diferentes personalidades da vida cultural portuguesa com especial enfoque para a realidade da micro-cultura sintrense.

Visualize aqui o programa O Outro Lado do Monte da Lua

Code Poems


Ishac Bertran é um engenheiro-designer de 31 anos que teve a ideia de unir poesia e informática num projecto chamado Code Poems. Bertran desafiou programadores a enviar poemas escritos em qualquer linguagem informática. Isso mesmo, versos escritos em código HTML, Java, C++ etc. Uma selecção dos poemas recebidos será publicada num livro em papel.

A ideia do projecto surgiu durante uma conversa de amigos. Tudo começou com uma pergunta: Seria possível reconhecer o autor de um excerto de código a partir do seu estilo de programação? Ocorreu a Ishac Bertran que escrever linhas de código não difere muito da literatura tradicional – afinal de contas, todo autor que se preze luta com as palavras para encontrar a sua própria voz.

Bertran quer ser surpreendido pelos poetas-programadores. Por isso decidiu não dar um poema como exemplo – os potenciais autores acabariam por ficar condicionados. A liberdade de criação é quase total, diz Bertran nesta entrevista por e-mail ao P3. Os limites são apenas o tamanho (máximo de 0.5KB) e a operacionalidade (o poema tem de realmente funcionar como código, ser "compilável", não pode ser apenas uma forma bonita de dispor pedaços de linguagem de programação).

Para Bertran, é perfeitamente possível usar linhas de código para expressar ideias complexas e experiências humanas como o amor ou a sensação de perda, ódio ou desencanto. É um erro julgar que um trabalho de programação é necessariamente destituído de valor estético ou de criatividade na sua composição, defende nesta entrevista. Aliás, recorda, há programadores e "developers" que consideram haver um acto poético no seu processo criativo.

Não achas que há uma contradição na ideia de publicar poemas em código num suporte tão tradicional como o livro em papel?

Podemos considerar uma contradição, uma ironia ou até uma provocação. Esta é a beleza da arte: a possibilidade de permitir a criação de pequenas contradições que, de resto, seriam difíceis de encontrar num mundo dominado pela funcionalidade. Isto é precisamente o que mais me atrai neste projecto, a liberdade de inserir um conteúdo (linhas de código, que fazem com que o computador realize tarefas) num suporte (o livro, utilizado para comunicar com humanos) e num formato específico (a poesia, que evoca algo mais do que apenas uma função, sendo que o código é desenhado puramente para isso: desempenhar uma função).

Se a ideia é imprimir em papel os poemas escritos em linguagem de programação, por que razão só aceitas poemas "compiláveis"?

Eu queria que as pessoas se sentissem livres para explorar a essência de um poema em código, não queria impor muitas limitações. A exigência de que todos os poemas submetidos foram compilados é apenas uma forma de evitar que fossem enviados poemas em inglês, por exemplo. A poesia é de facto livre, mas ainda assim devem ser observadas as regras gramaticais e a sintaxe - eu considerei a considerei o acto de compilar o poema algo equivalente a um corrector ortográfico.

Pode a linguagem de programação expressar algo tão complexo como a experiência humana? Sentimentos como a dor, a perda ou a paixão?

Acredito que sim. Especialistas em programação são capazes de compreender a complexidade de linhas de código escritas por outro "developer", e assim deduzir a lógica utilizada na forma de estruturá-las, comentá-las, optimizá-las etc. Se fizermos uma analogia com a poesia tradicional, veremos que nem todos são capazes de apreender ou interpretar as mensagens contidas num poema. É preciso compreender a linguagem e dominar os seus nuances.

Eu não sou especialista em código nem um poeta, mas queria pôr uma tela branca à frente das pessoas para que pudessem brincar ao mesmo tempo com poesia e código. Talvez depois de seleccionarmos os poemas recebidos poderemos dizer que a poesia em código tem tanta força como a poesia tradicional, se lida e escrita pela audiência certa.

[Um painel de editores de código que inclui David Gauthier, Jamie Allen, Joshua Noble e Marcin Ignac, adianta o site Creative Applications, vai seleccionar os 50 melhores poemas em código. Os poemas em código podem ser submetidos até 31 de Maio em http://code-poems.com/.]

Cortesia de jornal Público

Lua, pedra cósmica

Já está online a nova rubrica de «Das Origens Catacósmicas».


Para ler entre na 4ª edição do jornal Selene - Culturas de Sintra, onde poderá descobrir muito do trabalho artística e filosófico de autores da cultura Sintrense nas várias áreas como Sintra Poética, Sintra Musical, Sintra Teatral, entre outras com destaque para o poeta Frederico Mira George e os seus relatos poético-lunar.

Beliula e Angusti Folia à venda na livraria Leya Barata


A segunda-edição das obras poéticas de Filipe de Fiúza Beliula - Versus Diarium e Angusti Folia - Versus Diarium lançadas em 2010 encontram-se à venda na livraria Leya Barata na Avenida de Roma n.º11A, Lisboa. A compra das obras poderá ser realizada também online através da livraria Sítio do Livro.

Filipe de Fiúza promove Dia Mundial da Poesia 2011 no Bloggers Unite

O World Poetry Day 2011, evento criado pelo poeta Filipe de Fiúza na comunidade Bloggers Unite, tem o objectivo de promover a leitura, escrita, publicação e ensino da poesia no mundo e conta já com a participação de oitenta e dois bloggers.

O Dia Mundial da Poesia 2011 celebra-se no próximo dia 21 de Março com diversas manifestações e eventos em todo o mundo.

Para aderir à iniciativa entrar em http://www.bloggersunite.org

Filipe de Fiúza é o primeiro poeta português representado na UniVerse - A United Nations of Poetry


«An interactive forum and celebration of international poetry encouraging universal dialogue, compassion and peace.» é a missão do UniVerse - A United Nations of Poetry.

Filipe de Fiúza, jovem poeta português com duas obras publicadas, representa Portugal numa extensa lista de poetas de todo o planeta, desde o Afeganistão à Australia, incluindo Israel, Zimbabué, Butão, Trinidad e Tobago, Estados Unidos da América, Tibete, Suécia, Nigéria, Curdistão, Itália, Irão, China e muitos mais.

Richard Fammerée, mentor e director executivo do projecto, publicou recentemente na Antologia UniVerse Online uma pequena biografia e alguns poemas bilingues (Português/Inglês) extraídos das obras poéticas Beliula e Angusti Folia.

UniVerse Portugal

Podcast Filipe de Fiuza



Mirabai foi a poetisa escolhida para o lançamento do Podcast Filipe de Fiuza com leituras em língua portuguesa de poemas de poetas do mundo.