Poema a Paulo Brito e Abreu
Avé Oh Mestre!
Grã-artífice da palavra
És salvado e a salvação
Dos peregrinos herméticos
Na voz da escuridão.
Avé Oh Mestre!
Alma eterna predestinada
À glória da exaltação
Do povo da grande luz
que na felicidade dos céus
Te lavraram nesta terra
Para trazeres a liberdade anunciada.
Filipe de Fiúza
poema inédito escrito em 21 de Fevereiro 2016 na presença do poeta, Sintra
THEOSOPHIA
( avoco, para a Musa minha, o Arcano e Arcaico do Carro da Vitória )
de todo o coração, ao Filipe de Fiúza
Todo o Nume já passa pelo nome,
Seja Júpiter, Zeus ou Jeová.
O fármaco da Graça é dela a fome,
O âmago de Amor é Ámon Ra.
E dorme na Diana o deus Apolo,
E as rosas são Vénus e a Via.
Tu és lauta liança, e tu queres colo.
Tu repousas nos braços de Maria.
IN HERBIS ET IN VERBIS
PAULO JORGE BRITO E ABREU
Perdoe-me Senhor
Avé ignorância vivida
Sou estro de amor
Aquele d'alma perdida.
Perdoe-nos Senhor
Avé a tudo de bem
Pois sofremos a dor
Do mistério d'além.
Perdoe-lhes Senhor
Avé sempre a caminho
De um sonho redentor
Contigo ninguém é sozinho.
Eis-nos diante da luz
Na tua voz somos o fim
E o nada que no pó reluz
Somos dádiva de ti assim.
24.12.2015, poema inédito
Filipe de Fiúza