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Apresentação de LIBER MUNDI - MU.SA Museu das Artes de Sintra | 12.11.2016 | 16horas



PRESENTATION OF «LIBER MUNDI» - collection of essays , poetry and philosophy.

Please, be welcome to my new book presentation LIBER MUNDI, next 12th November at MU.SA - Museum of Sintra Arts, at 4 p.m.

I and the poet Paulo Brito e Abreu will try hard to make your moments uniques because We Love Poetry.
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APRESENTAÇÃO DE «LIBER MUNDI» - colectânea ensaística, poética e filosófica.

Por favor, seja bem-vindo(a) à apresentação do meu livro LIBER MUNDI no próximo dia 12 de Novembro no MU.SA - Museu das Artes de Sintra, pelas 16 horas.

Eu e o poeta Paulo Brito e Abreu tentaremos o melhor para fazer os seus momentos únicos porque Nós Amamos a Poesia.

www.filipedefiuza.pt

www.pjbritoeabreu.pt

Das Origens Catacósmicas - Texto Sete





Texto Sete

Dou passos na terra cínzea, sinto o coração bater ao ritmo do fogo. Nos últimos tempos tem havido aragens frias que abafam o calor intenso que o chão irradia. O que está em cima, quando olho, não sei o que é, pois tudo é ainda nebuloso, de um brilhar ofuscante e ilimitado. Tenho um vulcão dentro de mim, sinto rios de fogo pelo meu corpo, arde meu corpo e quando páro, o coração ilumina tudo o que está em volta, como uma estrela caída nesta montanha ainda sem destino.

Dou passos mas o caminho perde-se na cinza e a cinza esvai-se nas aragens que vão chegando. Nos últimos tempos Sintra tem dado à luz estrelas caídas...

Filipe de Fiúza

2015-03-22

(Inédito publicado em www.selene.pt)

Fotografia de Fatalv Argentum

Das Origens Catacósmicas - Texto Seis



Texto Seis

O bálsamo das flores é enorme, jorra de cima a mundividência que arde. As árvores são combates flagrantes entre segredos de silêncio. Mexe, mexe e sintetiza. Assim também cantam os válidos rebentos da sorte – hoje mundo. Sei lá! Aquilo que nasceu, nasceu. Na extraordinária companhia do tecido interglobal do destino desci a escura Rua do Arco em busca de uma Sintra iniciática...

Cada lugar é um apelo à Humanidade.


Filipe de Fiúza

 2012-09-08

(Inédito publicado em www.selene-culturasdesintra.com)

Fotografia de Sergey Fudinenko

Das Origens Catacósmicas - Texto Cinco



Texto Cinco

Liberto-me do sonho. Aquilo que todos precisam é cair. Onde está a revelação atómica das supra-crenças? E o retrato radicular dos espíritos? Vejam bem, sigam a vontade do crepúsculo, fechem a boca. Este lugar existe, este lugar é Sintra. Tudo aqui sobrenavega.

Liberto-me do sonho porque nada acontece de impossível, liberto-me daquilo que todos precisam porque tudo o que cai é invencível.

Filipe de Fiúza

2012-05-30

(Inédito publicado em www.selene-culturasdesintra.com)

Fotografia de Oliveira Costa

Das Origens Catacósmicas - Texto Quatro



Texto Quatro

Do abismo perfeito, da rarefacção do tempo, um bolbo divino caído na terra. Sem que nada o impeça, rebenta naturalmente de luz, esparge-se em magma microcósmico, tanto de tudo ali derramado como concentração participativa.

A razão é um mero caos acíclico, o que nasce não é imaginável, é antes a causa de um método espontâneo tão simples que quase imperceptível.

Sintra é flor de luz, é isto que sinto magnificar-me o ser e a vida.

Filipe de Fiúza

2012-03-21

(Inédito publicado em www.selene-culturasdesintra.com)

Fotografia de Kostenko Anna

Das Origens Catacósmicas - Texto Três


Texto Três

Lua, pedra cósmica, orgão dos cirros ancestrais, eterna guardiã de Sintra. 

Da matéria pendular sortiu no ritmo quérulo e operativo da instalação universal – néctar geonato – a imagem do real, estrutura absorvível de luz pura, o belo corpo da princesa lunar. As transparências eruptivas no solene emergir infinitamente lucilante. Tudo iluminado, feliz. 

Foi o feiticeiro da noite que aprisionou Sintra ao ventre cósmico da madrugada. 

Filipe de Fiúza 

 2011-10-18

(Inédito publicado em www.selene-culturasdesintra.com)

Fotografia de Brian Ripley

Das Origens Catacósmicas - Texto Dois



Texto Dois

Quando penso em Sintra, penso em Luz. Abrem-me o coração estrelas que outrora foram seres de Sintra. Quando sinto Sintra tudo estremece, os grandes sonhos invadem-me a esperança, o passado é todo ele um Deus.

O que é sentir Sintra? É vivificar uma terra de fantasia incorporando a essência inominável do seu espírito. Como que entrando num espectro quântico, o íntimo dos sentidos e da razão ascendem a outro nível de virtuosidade - vibração virgem. Sente-se uma sublevação hipermística, uma abalo ao empirismo e a toda a acção vetusta do quotidiano humano.

Quando penso e sinto Sintra cresce em todo o meu espírito a energia cósmica que ao purificar o presente tem em si o caminho consciente do futuro.

Filipe de Fiúza

2011-07-10

(Inédito publicado em www.selene-culturasdesintra.com)

Fotografia de Живодушныйs

Das Origens Catacósmicas - Texto Um



Texto Um

Belos e pasmados, somos a última aparição do fim porque ser é a medida mais possível do final, beleza abrupta derradeira, pasmo cruel em si como razão primeira.

A vida é a sagrada pasigrafia holocósmica protofluente, é aquele abismo em nós quando queremos não ser e é também o anti-abismo quando já só somos e só queremos ser, é a mãe de todos os ecos universais que podemos sentir onde quer que existamos, é a graça divina que nos alivia o pesar dos sonhos humanos.

Tal como tu, eu estou belo e pasmado porque a vida aparece, aparece e é vida, aparece e quer mais, mas somos a última aparição do fim, encontrarmo-nos é descobrir a razão primeira.

Há um código pasigráfico na ilusão cósmica fluindo variável? Sim, há. O código é decifrável, não hajam dúvidas, porém a nossa beleza e o nosso pasmo prendem-nos à vida, à sagrada criação que somos. O segredo está em nós, somos testemunhas efémeras da razão primeira.

Apenas em um lugar como Sintra poderei decifrar a minha existência, mesmo que tenha de perecer monstro feio e resignado na medida mais possível do final.

Filipe de Fiúza

2011-02-19

(Inédito publicado em www.selene-culturasdesintra.com)

Fotografia de mustafa yagci

Das Origens Catacósmicas - Texto Zero


Texto Zero

Sintra é um berço de lava adormecida, dormimos num berço de lava adormecida. Há muito, muito, muito tempo, quando Sintra não era Sintra, nós nascemos, descobrimos o primeiro Sol, o primeiro sal oceânico, o primeiro trovão. Há muito, muito, muito tempo, quando nós não eramos nós e o Sol, o sal e o trovão eram apenas sonhos, Sintra nascia muito, muito, muito longe de Sintra.

A ordem instável das coisas estabeleceu, nas ligações puras e duras do acaso coincidente, a criação de um lugar sagrado, nunca antes imaginado, onde todas as orações são uma, onde todas as essências a essência, essa ordem instável das coisas fez desprender da terra aparentemente calma este lugar de culto e com a coragem divina e a força demoníaca fundou vagarosamente a base de um novo templo.

Sintra é um berço de lava adormecida onde dormimos há muito, muito, muito tempo porque também nós nascemos desta lava, nesta terra, que hoje é o nosso lugar sagrado. Este Sol, este oceano, esta Sintra existe porque foi o nosso sonho quando muito, muito, muito longe quisemos um dia ser felizes.


Filipe de Fiúza

2011-02-04

(inédito publicado em www.selene-culturasdesintra.com)

Fotografia de bogdan

A poesia nunca existiu




A Poesia Nunca Existiu


Esta noite,
A poesia mente se lhe pedirmos algo

Não sou quem ledes
Nem trago um mapa de loucura que leve
À imagem. A poesia é impossível
Ou um conhecido impossível de encontrar
se tivermos uma fotografia na carteira
Nem penteada nem sorridente em deveras
palavras mais perfeitas que outras ditas,
situações que não cabe no belo escrever:
de mortes de dignidade com sal calibrado de dia;
Insanidade que se esconde em armários
De fatos conscientes arfando vivaria
E não se conhece deus que a comente

Poesia doente como todas
Breton com angústias transparentes
aladas de papel e azul esquecidas
numa tela puxando-me de si
que não estou senão vivo na pele,
Um carro de duas portas de saída para dentro
Implodindo élans como roldanas de árvores sem ovos
nem casca; volvem-nas êmbolos de tempestade
Quentes na nuca da vontade sem o brio

Ainda deslizas, esfera?!
Nem musa de gladílios em punho
Nem leituras que possam recordar o poema reminescente...

Meu amigo,
Desta vez falta o composto que gozes:
A criatura tem a corda evidente no pescoço
Tebas cai e a Grécia é Romana sem couros de armaduras
Ou ouros de filósofos e templos com bases construídas no ar!
Dentes e soldados convencidos; Cítaras d'alabastro!
Nem a morte se exprime nas vidas daqui
Nem há delirar corrente
Ou mais que algo mais que não se sabe se é

Mas há frustração que baste
A consciência conquista a falta de produto.
A poesia torna-se crível como um homem que fala constantemente
E morreu, por nunca ter existido
Na língua óbvia do cansaço como uma adivinha

Ponto final



Nuno de Jesus

Sintra, 1998

Fotografia de Wahid Nour eldin





Transição





1.

sabes, walt,
um livro nunca terá a dimensão de uma vida ou
de um corpo,
nem as suas palavras estremecem como estremece
um lago, um rio ou um oceano

são dimensões opostas:
a linguagem e a natural visceralidade do
poema,
um poema sem imaginação,
mas com toda a intensidade de quem não espera mais nada
senão o próprio desejo de
viver,

de quem não escreve mais nada
senão essa convicção plena
que matar é sinónimo de 

[tornar escura essa voz].



por Jorge Vicente

http://jorgevicente.blogspot.pt/

Poetry&Coffee: Filipe de Fiúza anima Café Saudade



Logotipo do projecto cultural Poetry&Coffee

Sintra tem um novo projecto cultural: o Poetry&Coffee. Trata-se de um evento que pretende divulgar a poesia através da confluência de diversos formatos como tertúlia, concerto, recital, performance evocando os mais diversos autores das mais variadas línguas, épocas e movimentos. 

Idealizado pelo poeta Filipe de Fiúza, este projecto tem o apoio do Café Saudade, emblemático espaço da cultura em Sintra, e da Caminho Sentido Associação Cultural, proprietária do Webjornal Selene - Culturas de Sintra


Fotografia de 1ª edição do Poetry&Coffee


A primeira edição aconteceu dia 13 de Julho de 2013 onde foi apresentado um pouco da vida e obra do poeta uruguaio Conde de Lautréamont. A segunda edição está marcada para o dia 14 de Setembro de 2013 e conta com a presença de Leonor Lains, personalidade que animará um evento que celebra a vida e obra do poeta português Herberto Helder.

O Poetry&Coffee acontece todos os segundos sábados do mês pelas 21h30 no Café Saudade, em Sintra.

Mais informações em www.poetrycoffeeshow.blogspot.com

Fotopoesia - Fuga de balão do lixo

Momento 1
Momento 2


Fotografias por Filipe de Fiúza, Sintra.


Beijo de pedra incandescente


Há muito, muito, muito tempo, quando Sintra não era Sintra, nós nascemos na névoa de um céu cor de pérola, no circuito prismático das constelações sem Norte, nascemos assim no segredo poético do Sol. Há muito, muito, muito tempo, quando nós não eramos nós e Sintra era montanha de sonho, aconteceu o beijo magno das grandes massas. Desse beijo de pedra incandescente, alimentado pela coragem divina e a força demoníaca, é fundada vagarosamente a base de um novo templo. Nasceu assim um Amor Cósmico na órbita de irmãos.

O tempo passou e dissipada a névoa primordial, os nossos olhos entreabriram-se para um mundo irreconhecível. Fomos acordados na água dos cristais terrenos por um eco de som infinito. Ainda em fogo, o solo acalmava com as primeiras chuvas. Tudo era agora ígneo como a beleza virgem do mistério. Ligados umbilicalmente à estrutura do núcleo, o grande impacto fez-nos viver a experiência de um bem perdido, de um passado transformado em presente sem destino.

Na sequência do movimento das orbes, caminhámos de geração em geração, multiplicando a esperança de regressar à nossa origem. Inaugurámos até o pensamento para facilitar o acesso às imagens do lugar originário.

Por fim, decorrida meia-eternidade, encontrámos através de uma imagem colectiva o único vestígio reconhecível da nossa origem: Sintra. Aqui sentimos o Amor Cósmico, aqui reencontrámos a luz que nos une e faz ser, é aqui que todos os dias esperamos que a Árvore do Espírito cresça e nos leve de volta a casa. Fizemos de Sintra um templo transitório de esperança e paz e na Montanha da Lua celebramos o que outrora éramos, o que há muito, muito, muito, muito tempo, quando Sintra não era Sintra, conseguiamos ler no coração do Universo: vive desejo atma.

Sintra é o último vestígio cósmico do nosso mundo sagrado.


Filipe de Fiúza

2012-01-27

(Inédito publicado em www.selene-culturasdesintra.com)


*texto inspirado nas Monadologias à Lua de Rodrigo Sobral da Cunha, na teoria do grande impacto e em Das Origens Catacósmicas

Frol Guilhade


luar sobre o monte cynthia

Ia a Lua, oclusa em seu esplendor argênteo,
quando o luar-te ela te abriu como doce corola,
humana planta nocturna, lótus que em ti
álacre latejasse, em pleno ser, em perene flor.

A Deusa, Mater benigna, viera beijar-te
rasgando o véu do céu que te encobria
de ti mesma e da terra que te fez, qual mãe celeste
dormente no orbe em que oferente te oferecias.

Candelário,o rito, acesa te apresentou,
virgem oferente, pura e pronta, em cálice de néctares
na floração nocturna do astro de todo o estro maior.

Vieste de luz aparelhada, invisível como um véu,
coroada de brandos luares e de êxtases vestida:
o sacerdote, que a si ofereceu, te ofereceu toda.

(inédito)

Donis de Frol Guilhade

Penedos


Na edição Verão 2012 do jornal online Selene - Culturas de Sintra, o jovem poeta Filipe de Fiúza contribui com o texto Penedos no âmbito do tema de capa Raúl Lino - Para Além do Seu Tempo, ao lado de textos de autores como Jorge Telles de Menezes, Maria Germana Tânger e Rui Borges da Cunha.

Já disponível online, a presente edição conta também nas áreas habituais de Sintra Lida, Sintra Poética, Sintra Traduzida, Sintra Teatral, Sintra Musical, Sintra Rural, Sintra Utópica e Sintra Orbitante com a participação de autores como George Till, Raquel Ochoa, Paulo Jorge Brito e Abreu, Rui Mário, entre muitos outros.

Especial interesse para a Sintra Poética com textos da poetisa sintrense Ana Daniel.

Visite em Selene - Culturas de Sintra

Minha Sintra



Minha Sintra,
milenar senhora
da eterna graça
do tempo que passa.

Minha Sintra,
onde tudo se demora
em breve sonhar
vila montanha-mar.

Minha Sintra,
onde estás o amor é,
fazes-me chorar
porque o Sol e Vento
são Deuses aqui
e a verdade da fé
acontece por adorar
o teu encantamento,
assim vivo em ti.

14/07/2012

Filipe de Fiúza

(poema inédito)

E Agora S. Pedro?



Pretensa Revista à Saloia
em Homenagem às gentes de
S. Pedro de Penaferrim (Sintra)

Comédia de costumes e ligeiros embaraços



De vontades nascem Alianças

Com o propósito de levar ao palco um espectáculo de homenagem às gentes e memórias do "Estado independente de S. Pedro de Penaferrim”, aliaram-se três distintos grupos de teatro: Manta de Retalhos, Aqui Há Bicho e Utopia Teatro, em proximidade ainda com a fotógrafa Mariis Capela do Atelier CriArt.

Com o apoio primeiro do Padre António Ramires, responsável pela Unidade Pastoral de Sintra, e de Fernando Cunha, presidente da Junta de Freguesia, em associação com os Festejos Tradicionais de S. Pedro de Penaferrim, este projecto de "criatividade em rede", que dá pelo nome E agora, S. Pedro?, cresceu, em seis meses apenas, de muitas e boas vontades. Em metade do prazo do longo fôlego deste projecto já muito temos para agradecer e mais ainda para crescer, não se amordace nem a Memória nem as Vontades.

Este projecto engloba ainda, para coincidir com o tempo de festas, uma exposição ao ar livre de uma vintena de retratos de ilustres patrimónios humanos ainda resistentes e residentes na freguesia, exposição que se deu o título Apadrinhe o seu Ancião.

Ao "Estado independente de S. Pedro de Penaferrim”, sempre!


Domingo, 24 de Junho 17h30
ANTE-ESTREIA
Sociedade Filarmónica dos Aliados
Largo dos Aliados, S. Pedro de Penaferrim

Sábado, 30 de Junho 17h30
ESTREIA
Palco da Feira de S. Pedro
Largo da Feira, S. Pedro de Penaferrim



PROGRAMA
Dez Quadros Saloios

1. À Mimôria da Terra!
2. Ólhó barrete saloio!
3. O Fado e as tabernas
4. As fontes e a arte do namoro
5. As Mouriscas raízes
6. Queijadas, queijadeiras e olho p´ró negócio
7. Os Caracolinos
8. O Tribunal da Comarca da Mourisca Cegada Carnavalesca
9. A Feira e seus Pregões
10. Uma Lauda a S. Pedro Padroeiro
Segue-se entrada em cena do Burro Saloio, estrela principal do programa.
Pelas 19h30: Cortejo final de Saloios pelo recinto da feira, acompanhados com a Fanfarra dos Bombeiros Voluntários de S. Pedro de Penaferrim.


MAIS INFO

Beijo de pedra incandescente

Na edição Primavera 2012 do jornal online Selene - Culturas de Sintra, o jovem poeta Filipe de Fiúza contribui com o texto Beijo de Pedra Incandescente no âmbito do tema de capa Sintra Vista da Lua, ao lado de textos de autores como Jorge Telles de Menezes, Rodrigo Sobral Cunha, Manuel J. Gandra e João Cruz Alves.

Já disponível online, a presente edição conta também nas áreas habituais de Sintra Lida, Sintra Poética, Sintra Traduzida, Sintra Teatral, Sintra Musical, Sintra Rural, Sintra Utópica e Sintra Orbitante com a participação de autores como George Till, Jorge Bastos da Silva, Mater Lacrymarum, Cristóvão da Silva, entre muitos outros.

Visite em Selene - Culturas de Sintra

Chorarei um dia pela minha Sintra em ruínas...



«Enquanto poeta romântico, preocupa-me o ambiente monótono e tóxico da paisagem edificada da Vila de Sintra, de uma monotonia que abre feridas incuráveis, de uma toxicidade cruel e cínica que augura o pior e o nunca visto em Sintra. Cada dia que passa inicio-me a imaginar uma Nova Sintra, a Sintra dos amores, a Sintra da saudade, a Sintra do enigma, a Sintra dos poetas e prosadores, a Vila encantatória aos pés da eterna montanha lunar.

Chorarei um dia pela minha Sintra em ruínas...»


Filipe de Fiúza