Viktor Schauberger



«Implosion is no invention in the conventional sense, but rather the renaissance of ancient knowledge, lost over the course of time.»

Viktor Schauberger

«Os livros são conjuntos de palavras que desafiam a gravidade.»




«Os livros são conjuntos de palavras que desafiam a gravidade.»

Filipe de Fiúza

http://www.rosimeiremotta.com.br/colaboradores.php

Origens do Natal ou Brumália


“Que ninguém tenha actividades públicas nem privadas durante as festas, salvo no que se refere aos jogos, as diversões e ao prazer. Apenas os cozinheiros e pasteleiros podem trabalhar. Que todos tenham igualdade de direitos, os escravos e os livres, os pobres e os ricos. Não se permite a ninguém enfadar-se, estar de mal humor ou fazer ameaças. Não se permitem as auditorias de contas. A ninguém se permite inspecionar ou registar a roupa durante os dias de festas, nem depor, nem preparar discursos, nem fazer leituras públicas, exceto se são jocosos e graciosos, que produzem zombarias e entretenimentos” 

Luciano, Saturnalia, 13 apud TOBOSO, 1996

http://www.simpletoremember.com/vitals/Christmas_TheRealStory.htm

A Religiosidade da Pesquisa


O Espírito Científico Propõe Uma Religiosidade Livre de Igrejas


A Religiosidade da Pesquisa

O espírito científico, fortemente armado com seu método, não existe sem a religiosidade cósmica. Ela se distingue da crença das multidões ingênuas que consideram Deus um Ser de quem se espera benevolência e do qual se teme o castigo – uma espécie de sentimento exaltado da mesma natureza que os laços do filho com o pai -, um ser com quem também estabelecem relações pessoais, por respeitosas que sejam.

Mas o sábio, bem consciente da lei de causalidade que determina qualquer acontecimento, decifra o futuro e o passado, que estão submetidos às mesmas regras de necessidade e determinismo. A moral não lhe cria problemas com os deuses, mas simplesmente com os homens.

Sua religiosidade consiste em espantar-se e extasiar-se diante da harmonia das leis da natureza, as quais revelam uma inteligência tão superior que todos os pensamentos dos homens e todo o seu engenho não podem desvendar, diante dela, a não ser o seu nada irrisório. Este sentimento mostra a regra dominante de sua vida, de sua coragem, na medida em que supera a servidão dos desejos egoístas. Indubitavelmente, este sentimento se compara àquele que animou os espíritos criadores religiosos de todos os tempos.


excerto da obra “Como Vejo o Mundo”, de Albert Einstein, Editora Nova Fronteira, RJ, 1981, 214 pp. Está nas pp. 19 a 24, sob os subtítulos “Religião e Ciência” e “A Religiosidade da Pesquisa”

poetry will save your soul.

unknown author

Doze Provas da Inexistência de Deus






EXCERTO DA OBRA
«Sexto argumento: DEUS NÃO CRIOU SEM MOTIVO; MAS É IMPOSSÍVEL ENCONTRAR UM ÚNICO MOTIVO QUE O LEVASSE A CRIAR.»

«De qualquer forma que se pretenda examiná-la, a criação é inexplicável, enigmática, falha de sentido. 

Há uma coisa que salta à vista de todos: se Deus criou, é impossível admitir que ele tenha realizado este acto grandioso - cujas consequências deviam ser fatalmente proporcionais ao próprio acto, e, por conseguinte, incalculáveis - sem que fosse determinado por uma razão de primeira ordem. 


Pois muito bem. Qual foi essa razão? Por que motivo tomou Deus a resolução de criar? Que motivo o impeliria a isso? Qual seria o seu intuito? Que ideia o perseguiria? Que fim prosseguiria ele? 
Multiplicai, nesta ordem de ideias, as perguntas, gravitai, conforme quiserdes, em torno deste problema, examinai-o em todos os seus aspectos e em todos os sentidos, e eu desafio seja quem for a que o resolva noutro sentido que não seja o das incoerências ou das subtilezas.


Por exemplo: eis uma criança educada na religião cristã. O seu catecismo afirma-lhe, e os seus mestres confirmam, que foi Deus que a criou e que a colocou no mundo. Suponhamos que a criança faz a si própria esta pergunta: - «Porque é que Deus me criou e me lançou no mundo?» - e que quer obter uma resposta judiciosa, racional. Nunca a obterá.


Suponhamos ainda que a criança, confiando na experiência e no saber dos seus educadores, persuadida do carácter sagrado de que eles - padres ou pastores - estão revestidos, possuindo luzes especiais e graças particulares; convencida de que, pela sua santidade, estão mais próximos de Deus e, portanto, melhor iniciados que elas nas verdades reveladas; suponhamos que esta criança tem a curiosidade de perguntar aos seus mestres PORQUE E PARA QUÊ Deus a criou e a pôs no mundo, e eu afirmo que os mestres são incapazes de contestar a esta simples interrogação com uma resposta plausível, sensata.»


pág. 24, 25.

Apresentação de LIBER MUNDI - MU.SA Museu das Artes de Sintra | 12.11.2016 | 16horas



PRESENTATION OF «LIBER MUNDI» - collection of essays , poetry and philosophy.

Please, be welcome to my new book presentation LIBER MUNDI, next 12th November at MU.SA - Museum of Sintra Arts, at 4 p.m.

I and the poet Paulo Brito e Abreu will try hard to make your moments uniques because We Love Poetry.
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APRESENTAÇÃO DE «LIBER MUNDI» - colectânea ensaística, poética e filosófica.

Por favor, seja bem-vindo(a) à apresentação do meu livro LIBER MUNDI no próximo dia 12 de Novembro no MU.SA - Museu das Artes de Sintra, pelas 16 horas.

Eu e o poeta Paulo Brito e Abreu tentaremos o melhor para fazer os seus momentos únicos porque Nós Amamos a Poesia.

www.filipedefiuza.pt

www.pjbritoeabreu.pt

Daniel Faria



Caminho sem pés e sem sonhos 
só com a respiração e a cadência 
da muda passagem dos sopros 
caminho como um remo que se afunda. 

os redemoinhos sorvem as nuvens e os peixes 
para que a elevação e a profundidade se conjuguem. 
avanço sem jugo e ando longe 

de caminhar sobre as águas do céu. 


Daniel Faria

A Expulsão da Monarchia



https://run.unl.pt/bitstream/10362/11573/1/antoniogomes.pdf

Às armas: o republicanismo na literatura portuguesa entre o 31 de Janeiro e o 5 de Outubro

De António Gomes.

Perché dove ci sono fiori c’è felicità



Perché dove ci sono fiori c’è felicità
e mondi di stelle scintillanti
come nel volto di Dio
balsamo universale che può tutto
percorsi infantili lamenti sacri
e senza neppure un sospiro nostalgico
Mi nascondo nell’ansia perpetua del tempo

De «Angusti Folia – Versus Diarium» p. 161

Dois poetas, um livro: LIBER MUNDI


Agradecimento ao Rui Lopo e ao Jorge Telles de Menezes.

Maria Orsitsch



«The fastest of all flying things is the though.» Maria Ostrich

Primavera



Foto de Filipe de Fiúza

Nicolau Copérnico



«A sabedoria da natureza é tal que não produz nada de supérfluo ou inútil.» 

Nicolau Copérnico

Liber Mundi ao vivo



PAULO BRITO E ABREU

Duma Oração Portuguesa e Outros Poemas


FILIPE DE FIÚZA

Monólogo do Amor (em dois actos)

Hieronymus Bosch



Hieronymus Bosch

Yevgeny Zamyatin



“There is no final one; revolutions are infinite.” 
― Yevgeny Zamyatin, We

Theosophia





THEOSOPHIA

( avoco, para a Musa minha, o Arcano e Arcaico do Carro da Vitória )

de todo o coração, ao Filipe de Fiúza

Todo o Nume já passa pelo nome,
Seja Júpiter, Zeus ou Jeová.
O fármaco da Graça é dela a fome,
O âmago de Amor é Ámon Ra.

E dorme na Diana o deus Apolo,
E as rosas são Vénus e a Via.
Tu és lauta liança, e tu queres colo.
Tu repousas nos braços de Maria.

IN HERBIS ET IN VERBIS


PAULO JORGE BRITO E ABREU

Poesia de Filipe de Fiúza no TRIPLOV n.56





http://www.triplov.com/novaserie.revista/numero_56/filipe-de-fiuza/index.html


William Morris




History has remembered the kings and warriors, because they destroyed; art has remembered the people, because they created.

William Morris