A Religiosidade da Pesquisa


O Espírito Científico Propõe Uma Religiosidade Livre de Igrejas


A Religiosidade da Pesquisa

O espírito científico, fortemente armado com seu método, não existe sem a religiosidade cósmica. Ela se distingue da crença das multidões ingênuas que consideram Deus um Ser de quem se espera benevolência e do qual se teme o castigo – uma espécie de sentimento exaltado da mesma natureza que os laços do filho com o pai -, um ser com quem também estabelecem relações pessoais, por respeitosas que sejam.

Mas o sábio, bem consciente da lei de causalidade que determina qualquer acontecimento, decifra o futuro e o passado, que estão submetidos às mesmas regras de necessidade e determinismo. A moral não lhe cria problemas com os deuses, mas simplesmente com os homens.

Sua religiosidade consiste em espantar-se e extasiar-se diante da harmonia das leis da natureza, as quais revelam uma inteligência tão superior que todos os pensamentos dos homens e todo o seu engenho não podem desvendar, diante dela, a não ser o seu nada irrisório. Este sentimento mostra a regra dominante de sua vida, de sua coragem, na medida em que supera a servidão dos desejos egoístas. Indubitavelmente, este sentimento se compara àquele que animou os espíritos criadores religiosos de todos os tempos.


excerto da obra “Como Vejo o Mundo”, de Albert Einstein, Editora Nova Fronteira, RJ, 1981, 214 pp. Está nas pp. 19 a 24, sob os subtítulos “Religião e Ciência” e “A Religiosidade da Pesquisa”

poetry will save your soul.

unknown author

Doze Provas da Inexistência de Deus






EXCERTO DA OBRA
«Sexto argumento: DEUS NÃO CRIOU SEM MOTIVO; MAS É IMPOSSÍVEL ENCONTRAR UM ÚNICO MOTIVO QUE O LEVASSE A CRIAR.»

«De qualquer forma que se pretenda examiná-la, a criação é inexplicável, enigmática, falha de sentido. 

Há uma coisa que salta à vista de todos: se Deus criou, é impossível admitir que ele tenha realizado este acto grandioso - cujas consequências deviam ser fatalmente proporcionais ao próprio acto, e, por conseguinte, incalculáveis - sem que fosse determinado por uma razão de primeira ordem. 


Pois muito bem. Qual foi essa razão? Por que motivo tomou Deus a resolução de criar? Que motivo o impeliria a isso? Qual seria o seu intuito? Que ideia o perseguiria? Que fim prosseguiria ele? 
Multiplicai, nesta ordem de ideias, as perguntas, gravitai, conforme quiserdes, em torno deste problema, examinai-o em todos os seus aspectos e em todos os sentidos, e eu desafio seja quem for a que o resolva noutro sentido que não seja o das incoerências ou das subtilezas.


Por exemplo: eis uma criança educada na religião cristã. O seu catecismo afirma-lhe, e os seus mestres confirmam, que foi Deus que a criou e que a colocou no mundo. Suponhamos que a criança faz a si própria esta pergunta: - «Porque é que Deus me criou e me lançou no mundo?» - e que quer obter uma resposta judiciosa, racional. Nunca a obterá.


Suponhamos ainda que a criança, confiando na experiência e no saber dos seus educadores, persuadida do carácter sagrado de que eles - padres ou pastores - estão revestidos, possuindo luzes especiais e graças particulares; convencida de que, pela sua santidade, estão mais próximos de Deus e, portanto, melhor iniciados que elas nas verdades reveladas; suponhamos que esta criança tem a curiosidade de perguntar aos seus mestres PORQUE E PARA QUÊ Deus a criou e a pôs no mundo, e eu afirmo que os mestres são incapazes de contestar a esta simples interrogação com uma resposta plausível, sensata.»


pág. 24, 25.

Apresentação de LIBER MUNDI - MU.SA Museu das Artes de Sintra | 12.11.2016 | 16horas



PRESENTATION OF «LIBER MUNDI» - collection of essays , poetry and philosophy.

Please, be welcome to my new book presentation LIBER MUNDI, next 12th November at MU.SA - Museum of Sintra Arts, at 4 p.m.

I and the poet Paulo Brito e Abreu will try hard to make your moments uniques because We Love Poetry.
________________________________________________

APRESENTAÇÃO DE «LIBER MUNDI» - colectânea ensaística, poética e filosófica.

Por favor, seja bem-vindo(a) à apresentação do meu livro LIBER MUNDI no próximo dia 12 de Novembro no MU.SA - Museu das Artes de Sintra, pelas 16 horas.

Eu e o poeta Paulo Brito e Abreu tentaremos o melhor para fazer os seus momentos únicos porque Nós Amamos a Poesia.

www.filipedefiuza.pt

www.pjbritoeabreu.pt